COMBATE A DENGUE
Começou ontem o mutirão do spray para matar a fêmea do mosquito Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue. Sinceramente espero que a população tenha participado de forma ativa. No meu caso, que não recebi o produto, não custou nada comprar um spray e fazer parte da campanha.
Campanha que foi alvo de reportagem ao vivo no Jornal Nacional – não sei se em outras emissoras passou pois não assisti – e teve o comentário de “ótima idéia” proferida pelo apresentador Willian Bonner que, pelo menos para mim, foi motivo de orgulho.
Já comentei dias atrás que a eficácia ou não da ação só saberíamos com o passar do tempo mas, diferente de uns e outros, não tinha como não abraçar a causa pois trata-se de uma questão de saúde pública e não interessa agora quem foi o pai da criança, interessa sim é saber que estamos buscando meios para evitar a proliferação da doença, cuja conseqüência acaba sempre caindo no colo dos menos favorecidos.
A luta não para por aí. Temos até sexta para continuar o processo, sempre às 21:00 horas e não deixar de verificar nosso quintal, buscando possíveis locais onde a procriação do inseto seja possível. No mais, campanhas como essa é motivo de elogios aos responsáveis pela administração. Quando for motivo de críticas, criticaremos mas, quando algo benéfico à população é feita, não deixamos de elogiar.
FALANDO EM GLOBO...
Fui chamado à atenção pela minha filha caçula me avisando que tinha uma árvore de natal gigante em Foz. A acompanhei para ver do que se tratava e nada mais era que as luzes da torre da RPC mudando de cores em pequeno intervalo de tempo. Como certas coisas estão bem no nosso nariz e não se damos conta. Realmente dá um brilho a mais nessa época natalina.
REDE MASSA
Conforme o Ratinho pai, foi só boato a informação da Veja à respeito da venda das emissoras dele no Paraná. O que ele busca é ampliar os investimentos dele em suas emissoras como nas rádios espalhadas pelo estado. Bom, o que acho é que tem angu sim nesse caroço, vamos aguardar o desfecho da coisa.
NOSSA ESTRUTURA
Conforme noticiado, o movimento de passageiros no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, teve um aumento de 46% em relação à 2010, considerando o período de janeiro à outubro. Foram mais de 1,4 milhão de usuários que se utilizaram daquele terminal para viagens, seja à passeio ou negócios.
Agora, seguindo com crescimento acima da média nacional, teríamos estrutura suficiente para atender a demanda? Eis a questão. Já escrevi aqui mesmo que, em certos horários, a chegada de aeronaves ocorre em pequenos intervalos de tempo que demonstra de forma nítida que temos potencial para crescer cada vez mais. Mas quem parece que não enxerga a realidade é a Infraero e nossos políticos de forma geral.
Já sabemos o discurso, “estamos cobrando”. O advento das eleições das Cataratas do Iguaçu como uma das sete maravilhas da natureza, aliada à divulgação que possuímos os melhores preços para atendimento ao turista, seria óbvio que o fluxo tenderia a aumentar e pelo andar da carruagem, tende a aumentar ainda mais e corremos o risco de perder receitas em razão única e exclusiva da falta de infra estrutura capaz de atender a demanda, aliás, coisa que no Brasil é peculiar. Vamos se mexer!
ALLAN GODOY É CAMPEÃO DO RANKING NACIONAL DE LASER RADIAL
O velejador iguaçuense chegou a Foz do Iguaçu neste domingo (27) festejando muito mais um título na carreira. O Campeonato Paulista de Laser Radial realizado pelo Yacht Club Santo Amaro na Represa de Guarapiranga – SP, nos dias 19, 20, 26 e 27 de novembro, foi o último evento do ranking nacional de 2011. Godoy concorreu contra 30 competidores, esteve na água velejadores com medalha olímpica, pan americana, campeão mundial, sul americano e brasileiro. O campeonato foi marcado por ventos médios em todos os dias e belas disputas na água pelas primeiras colocações.
Antes deste campeonato, Allan estava apenas 2 pontos atrás do primeiro colocado, a vitória no campeonato paulista foi decisiva para o título do ranking nacional.
Tudo isso foi possível graça ao apoio que Allan recebe da ITAIPU BINACIONAL, Iate Clube Lago de Itaipu, Secretaria de Esportes de Foz do Iguaçu e Nutri Clin (nutricionista Márcia Nishiyama). Godoy já acumula 102 prêmios no esporte, 88 pódios, 64 no ponto mais alto. Sendo: bi campeão sul americano em 2008 e 2011, bi campeão brasileiro em 2006 e 2007, campeão do ranking nacional de Laser 4.7 em 2005 e agora campeão do ranking nacional de Laser Radial.
Agora o velejador treina para o campeonato brasileiro de Laser Radial que será realizado entre os dias 19 e 22 de janeiro de 2012, na cidade de Três Marias – MG.
CAPITAIS DO CENSO
José Roberto de Toledo, O Estado de S.Paulo
Ao radiografar o Brasil, o Censo 2010 expõe o que distingue uma localidade da outra. No amontoado de tabelas e mapas escondem-se milhares de histórias humanas inusitadas. Muitas se passam em cidades longe ou pequenas demais para serem notadas; outras, bem debaixo de nossos narizes metropolitanos. A seguir, o primeiro parágrafo de uma dúzia delas.
Herval, no Rio Grande do Sul, é a capital brasileira da solidão: 26,6% de suas unidades domésticas são unipessoais. Traduzindo do ibegeês: 1 em cada 4 casas só tem um morador.
Careiro da Várzea, no Amazonas, é a capital rural do Brasil. Está a apenas 25 quilômetros de Manaus, mas tem a maior proporção de moradores vivendo fora da área urbana (95,8%), em comunidades com nomes de santos, de nossa senhora ou do espírito santo. Distância é algo relativo. O município é vizinho da capital, mas tem o maior rio do mundo a ligá-los e a separá-los.
Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, é a capital brasileira da desigualdade na riqueza. Seus ricos são mais ricos. Os parnaibanos que ocupam os 25% do topo da pirâmide de renda do município ganham mais do que todos os seus pares no resto dos municípios do País: R$ 3.993 por mês. E a renda deles é 14 vezes maior do que a dos 25% de parnaibanos mais pobres. As extremidades da pirâmide estão separadas por um muro ostensivo, de um condomínio fechado, e por outros menos visíveis, como o educacional.
Uiramutã, em Roraima, é a capital brasileira da desigualdade na pobreza. Os uiramutenses mais ricos têm renda 26 vezes maior do que os uiramutenses mais pobres. É a maior diferença proporcional do País. Chamá-los de ricos, porém, é exagero: vivem com R$ 518 por mês. Mas os 25% mais pobres sobrevivem com apenas R$ 20, menos de R$ 1 por dia. Financeiramente, são os mais miseráveis do Brasil. Quase todos moram em tribos indígenas. Muitos nem usam moeda.
Marajá do Sena, no Maranhão, tem a maior proporção de domicílios com saneamento inadequado do País: 85,2%. É a capital brasileira da falta de água encanada, de esgoto e de coleta de lixo - tudo ao mesmo tempo agora. A maior parte joga o lixo em terreno baldio ou queima. Duas em cada três casas não têm sanitário exclusivo dos moradores. A água é de poço ou bica.
Westfalia, no Rio Grande do Sul, tem os pobres mais ricos do Brasil. A renda média dos 25% da parte de baixo da pirâmide chega a R$ 573 por mês. Seus conterrâneos do andar de cima vivem com uma renda apenas 2,5 vezes maior. É um terço da desigualdade média brasileira.
Na planilha, a paulista Balbinos tem dois títulos nacionais: a maior taxa de crescimento populacional da década passada, e a maior proporção de homens no total da população: 81%. Mas ambos são consequência da recente instalação de duas penitenciárias, para onde foram levados mais detentos do que há balbinenses no resto do município.
História semelhante à de Balbinos aconteceu em Pracinha, Lavínia, Iaras, Reginópolis, Álvaro de Carvalho, Marabá Paulista, Guareí, Serra Azul, Itirapina e Pacaembu. As dez foram alvo da política de distribuição penitenciária do governo paulista. Se os presos todos pudessem votar nessas cidades teriam grande chance de eleger o prefeito local - um novo paradigma ético da política brasileira.
Niterói, no Rio de Janeiro, tem potencial para ser a capital brasileira do golpe do baú. Lá vivem as mulheres mais afluentes do Brasil, na média. A renda mensal delas chega a R$ 2.176 por mês. Mas o golpe do baú pode ser também no sentido oposto: os niteroienses ganham, em média, 50% mais do que suas caras-metades.
Lajeado Grande, em Santa Catarina, é a capital da desigualdade financeira entre os sexos. Os lajeado-grandenses ganham, em média, 3 vezes mais do que as conterrâneas do gênero feminino: R$ 2.411 a R$ 800.
O município brasileiro onde sobram proporcionalmente mais homens livres (e fora do presídio) é Tapurah, no Mato Grosso. A população masculina é 40% maior do que a feminina. O desequilíbrio se concentra na área rural, ao norte da cidade. Lá, há 8 vezes mais jovens de 15 a 30 anos - que moram em domicílios coletivos cedidos por seus patrões, em sítios e fazendas - do que garotas da mesma idade.
A cidade onde há excedente proporcionalmente maior de mulheres é Santos (SP): 19% a mais do que homens. O problema começa aos 20 anos e se agrava - muito - com o passar do tempo. Na idade fértil, dos 15 aos 49 anos, a defasagem é de 12%. Mas, a partir de 60 anos, há 62% mais mulheres do que homens.
Pensando bem, Santos e Tapurah disputam com Herval o título de capital da solidão.
JÁ PASSOU DA HORA
Conforme o UOL, a Xuxa não se toca mesmo. Seu programa semanal já perde pro Ibope até do Pica-Pau. Acho que já passou da hora da menina parar...
E nosso caso com a TIM continua, mais um round hoje. Ótima terça...